NOTAS
Armas químicas - 1
WASHINGTON - Numa grande vitória para a política externa do presidente Bill Clinton, o Senado americano aprovou na noite de quinta-feira a convenção internacional para a proibição das armas químicas. Com um relutante endosso de última hora do líder republicano Trent Lott (depois de uma concessão do governo), a aprovação - por 74 votos a 26, 7 a mais que o mínimo necessário - chegou depois de quatro anos de esforços da Casa Branca e a apenas cinco dias da entrada em vigor do pacto, firmado pelos EUA em 1993 e já ratificado por 75 dos 164 países signatários.
Armas químicas-2
MOSCOU - A Câmara Baixa do Parlamento russo, a Duma, dominada pelos comunistas e nacionalistas, decidiu ontem, por 331 votos a zero, adiar até meados do segundo semestre a ratificação do acordo internacional para o banimento das armas químicas, que já foi aprovado por 164 países e ratificado por 75.
Guernica
BONN - O presidente da Alemanha, Roman Herzog, deve apresentar, amanhã, pedido formal de perdão aos habitantes de Guernica - cidade basca destruída em 26 de abril de 1937 pela aviação alemã (de Adolf Hitler) que contou com a colaboração da italiana (de Benito Mussolini). Hitler e Mussolini apoiavam o general Francisco Franco na Guerra Civil Espanhola. Guernica foi a primeira cidade na história a desaparecer do mapa em consequência de um bombardeio aéreo.
Israelenses mortas
JERUSALÉM - Duas jovens foram encontradas ontem mortas a facadas na Cisjordânia, aparentemente vítimas de guerrilheiros palestinos, informou a polícia israelense. A nacionalidade das garotas não foi revelada oficialmente, mas, segundo a imprensa, trata-se de israelenses.
Vulcão
PUEBLA, México - O vulcão Popocatépetl lançou ontem uma espetacular fumarola de vapores de água e gases de 5.000 metros de altura, sem risco para os habitantes da região, informou a estatal Centro Nacional para a Prevenção de Desastres (Cenapred).

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