Notas
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Mais de 600 mil vêem
o papa na Polônia
Mais de 600 mil fiéis assistiram ontem às missas celebradas pelo Papa João Paulo II, no segundo dia de visita pastoral à Polônia, seu país natal. O Santo Padre aproveitou a presença deles para saudar os peregrinos vindos da vizinha Rússia. Em Elblag (norte), cidade próxima a Kaliningrado, na Rússia, centenas de peregrinos russos vieram ao encontro do Papa que até agora nunca visitou o país. A emoção era muito forte, sobretudo entre os peregrinos de Kaliningrado. Pela manhã, em Pelplin, em meio dos campos da Pomerania, os fiéis também foram numerosos. João Paulo II prestou homenagem vibrante aos bispos e aos sacerdotes poloneses vítimas do nazismo durante a Segunda Guerra Mundial. Evocando o outono de Pelplin, que completa o 60º aniversário este ano, o Sumo Pontífice recordou que em 1939, 24 sacerdotes, professores do grande Seminário e funcionários do arcebispado, deram suas sus vidas a serviço do Evangelho. (AFP)
Mbeki busca apoio
dos Estados Unidos
O presidente eleito da África do Sul, Thabo Mbeki, afirmou que deseja o apoio dos Estados Unidos para o que chamou renascimento africano e prometeu dar continuidade a uma política em consonância com os critérios de Washington de disciplina fiscal e livre comércio. Estamos muito gratos à visita do presidente Clinton à África ano passado e achamos que foi um sinal muito importante de compromisso dos Estados Unidos com o desenvolvimento do continente, disse Mbeki em entrevista à revista Newsweek que chega hoje às bancas. Queríamos que o próximo século fosse o Século Africano, com um renascimento africano. Como africanos devemos enfrentar o desafio, mas acredito que em melhores possibilidades de êxito se um país poderoso como os Estados Unidos se unir a nossos esforços, disse Mbeki. O líder do Congreso Nacional Africano (CNA) conseguiu uma esmagadora vitória nas eleições gerais da África do Sul da semana passada, que legalizam o mandato de Mbeki como sucessor do presidente Nelson Mandela. (AFP)
Na Argélia, EIS
abandona luta armada
O presidente argelino, Abdelaziz Bouteflika, anunciou ontem que em tempo oportuno, o governo fará um novo projeto de lei que refletirá o compromisso da nação (...) para resolver todos os problemas de segurança e estabilidade. A medida foi uma resposta ao EIS (Exército Islâmico da Salvação) que, um pouco antes tinha anunciado que abandonava as armas e aceitava a autoridade do Estado, em comunicado recebido e difundido pela agência argelina. Apesar do anúncio do EIS outros grupos armados, como o GIA, continuam realizando ações violentas no país. Dezenove pessoas foram assassinadas e quatro ficaram feridas no sábado a noite em Sidi Ahmed Druina, perto da cidade termal de Buhanifia, na região de Mascara (350 km a sudoeste de Argel), segundo os serviços de segurança argelinos, que não deram qualquer detalhe sobre as circunstâncias da matança, atribuída a islamitas. Desde o começo de março, 600 pessoas morreram na Argélia em atentados e operações das forças de segurança que combatem os rebeldes. Desde 1992, a crise causou mais de 30 mil mortos, segundo fontes oficiais, e mais de 100 mil, segundo fontes ocidentais. (AFP)





