NOTAS
q LONDRES - Trinta anos depois de ter brincado afirmando que tinha fumado maconha no banheiro do Palácio de Buckingham, o ex-beatle Paul McCartney compareceu ontem à residência da família real britânica para receber das mãos da própria rainha Elizabeth II o título de cavaleiro. A honraria, que o transformou em ‘‘Sir’’ em uma cerimônia com muita pompa e solenidade, foi concedida em reconhecimento a sua contribuição para a revolução da música pop. Como nos tempos dos Beatles, centenas de fãs usando camisetas foram até à frente do palácio cantando canções do grupo.
q DETROIT - Recitando o Pai Nosso, um pistoleiro vestido com roupas camufladas assassinou a tiros dois bancários e um refém durante uma tentativa de assalto ao Banco Comerica, antes da polícia baleá-lo. O rapaz, negro, aparentando 20 anos, morreu antes de receber socorro. Outras pessoas ficaram gravemente feridas. Um alarme silencioso alertou a polícia.
q BOGOTÁ - A escalada da violência nas áreas rurais da Colômbia está forçando centenas de milhares de pessoas a abandonar suas casas e transformar-se em refugiados dentro do próprio país. A Unicef indicou que 900 mil pessoas já foram forçadas a fugir. Um em cada 40 colombianos é uma pessoa ‘‘deslocada’’ de seu local de residência original.
q PEQUIM - Um chinês foi condenado a 15 anos de prisão por feito mais de mil ligações telefônicas ao serviço internacional de disc-sexo, segundo publicou ontem o jornal Pequim Evening. A empresa onde o homem, identificado apenas como Li, trabalhava recusou-se a pagar uma conta telefônica de mais de US$ 96,4 mil. Li, ex-funcionário de um centro de informações, fez as ligações enquanto estava trabalhando à noite ou em plantões nos fins de semana, às vezes ocupando quatro ou cinco linhas ao mesmo tempo.
q NOVA YORK - O FBI apreendeu ontem uma gravação visual de radar que, segundo seu proprietário, o ex-piloto da United Airlines Richard Russell, residente em Daytona Beach (Flórida), aponta para a hipótese do míssil para explicar a explosão, em pleno vôo, do Boeing 747 da empresa aérea TWA. O acidente provocou 230 mortos em julho passado, em frente ao litoral de Nova York.

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