Extremistas são
condenados à morte
Cairo - Um tribunal militar egípcio condenou à morte, ontem, nove partidários egípcios do dirigente islâmico Ussama Ben Laden, de origem saudita. Das 107 pessoas julgadas, 78 foram condenadas a penas de prisão. Outros 20 acusados foram indultados pelo Tribunal militar. Durante o anúncio da sentença, os condenados entoaram lemas contra os Estados Unidos e Israel. O grupo, em sua maioria, pertence à organização islâmica armada do Jihad (Guerra Santa). O Jihad se uniu em 1998 à Frente para a Libertação dos lugares santos do Islã, criado em Peshawar, Paquistão, sob patrocínio de Ben Laden, um multimilionário que perdeu a cidadania saudita. Ben Laden é acusado pela Polícia Federal norte-americana (FBI) de ter comandado os atentados de 7 de agosto passado em Nairóbi e Dar es-Salaam, que causaram 224 mortos.

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