Se a campanha eleitoral tem sido morna até o momento, partidos e organizações esperam aquecê-la na reta final. Os republicanos estão gastando US$ 10 milhões do seu orçamento publicitário de US$ 35 milhões com propagandas nos últimos cinco dias de campanha. Os democratas destinaram US$ 3 milhões de um bolo de US$ 10 milhões para intensificar sua caça aos votos na reta final.
O principal sindicato dos EUA, o AFL-CIO, está gastando cerca de US$ 1,4 milhão num esforço para eleger candidatos indicados por ele. A partir de hoje, eles pretendem telefonar para 2,5 milhões de pessoas atrás de votos.
A coalizão pró-candidatos cristãos está gastando US$ 3,1 milhões para distribuir 36 milhões de guias eleitorais. Eles pretendem telefonar para 1,5 milhão de eleitores.
Um grupo empresarial gastou US$ 1 milhão para colocar no ar propaganda em 11 Estados, em que tenta alavancar candidaturas de postulantes ao Senado. Nos EUA, toda propaganda é paga.
Abstenção Os americanos foram convocados no próximo 3 de novembro para importantes eleições legislativas e de governadores, mas dois de cada três inscritos, segundo os precedentes históricos, não participarão dessas eleições, na metade do mandato presidencial.
A taxa de participação é mais elevada para as eleições legislativas quando ocorrem ao mesmo tempo que as presidenciais.
Nas últimas eleições presidenciais e legislativas de novembro de 1996 a taxa de participação foi de 49,08% (96,4 milhões de eleitores dos 146 milhões inscritos), segundo cifras oficiais.

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