São Paulo - A líder da dissidência de Mianmar e prêmio Nobel da Paz, Aung San Suu Kyi, será libertada após as eleições de 7 de novembro, as primeiras em 20 anos de governo militar. Sua pena de prisão domiciliar, que a oposição acusa ter sido forjada para mantê-la fora das eleições, acaba em 13 de novembro. Na semana passada, dirigentes birmaneses indicaram que a célebre dissidente seria ao menos autorizada a votar.

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