Equipes de resgate encontraram 11 cadáveres flutuando nas agitadas águas do Rio Megna, no sul de Bangladesh, onde um barco superlotado naufragou em meio a uma tormenta. Estima-se que 200 pessoas podem ter morrido.
Os cadáveres foram resgatados 20 km corrente abaixo do local onde a embarcação naufragou no sábado. Os fortes ventos e as poderososas correntes dificultaram o trabalho das equipes, que têm poucas esperanças de encontrar os desaparecidos.
No barco, viajavam cerca de 300 pessoas, segundo testemunhas e sobreviventes, e pelo menos 200 estão desaparecidas. Cerca de 100 pessoas conseguiram nadar até as margens dos rios ou foram resgatados por pescadores pouco depois que a embarcação afundou.
O chefe de polícia local, Waliur Rahman, que supervisiona as buscas, afirmou que ‘‘as esperanças de se encontrar algum sobrevivente está se desvanecendo’’. Entretanto, bombeiros e pescadores locais, que realizavam as buscas, continuaram lutando contra as tormentas, enquanto milhares de familiares das vítimas esperavam nas margens do rio. Muitos deles colaboraram nas buscas.
Se confirmado o número de vítimas, este será o segundo pior acidente de barco já ocorrido em Bangladesh desde julho de 1997, quando 600 pessoas morreram com o afundamento de uma embarcação semelhante, no mesmo Rio Megna, que desemboca na baía de Bengala.
Havana Um furacão matou uma menina de 3 anos e uma mulher de 73, além de provocar ferimentos em outras 30 pessoas, num povoado da província cubana de Matanzas (cerca de 100 km a leste de Havana), segundo balanço provisório divulgado este domingo pela imprensa oficial.
O fenômeno climático, anunciado no sábado por volta das seis da tarde, destruiu também cerca de 100 casas na localidade de Pedroso, anunciou o jornal Juventud Rebelde. O furacão foi acompanhado de granizo e relâmpagos, informou o órgão oficial da Juventude Comunista.

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