- A crise política boliviana se agravou ontem, com a radicalização dos protestos contra o presidente Evo Morales. Em várias regiões do país foram registrados ataques à infra-estrutura energética, prédios estatais e novos confrontos entre manifestantes e policiais. O governo denunciou um atentado contra um gasoduto no sul do país, que provocou a diminuição em 10% do gás enviado ao Brasil. O presidente da Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB), Santos Ramírez, atribuiu o atentado a grupos de ‘‘paramilitares, fascistas e terroristas’’, supostamente organizados por forças opositoras. (France Presse)

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