Washington- O Museu do Holocausto foi fechado nesta quinta-feira , em homenagem a um guarda que morreu ao tentar impedir um ataque com um fuzil por um homem de 88 anos, identificado pela autoridades como racista. O guarda Stephen T. Johns morreu baleado quando enfrentou James von Brunn, que abriu fogo contra o museu na quarta-feira. Von Brunn, que nega o Holocausto, já havia tentado sequestrar membros do Federal Reserve Bank, o banco central dos Estados Unidos. Ontem, autoridades afirmaram que von Brunn será processado e acusado de homicídio.
O prefeito do Distrito de Columbia, Adrian Fenty, afirmou que a ação rápida dos guardas de segurança do museu salvou a vida de um número incalculável de pessoas e disse que a capital norte-americana segue como um lugar ''aberto e seguro'' para se visitar.
Na quarta-feira, guardas de segurança enfrentaram von Brunn quando ele entrou no museu e começou a disparar. Johns, de 39 anos, ''morreu heroicamente no cumprimento de seu dever'', disse a diretora do museu, Sarah Bloomfield.

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