Kuwait - A ministra kuwaitiana da Saúde, Massuma al-Mubarak, que havia entrado para a história ao se tornar a primeira mulher nesse cargo no emirado, renunciou no momento em que ia ser detida no Parlamento por deputados islâmicos. Mubarak apresentou sua renúncia na madrugada de ontem, no dia seguinte à morte de duas pessoas num incêndio em um hospital do Kuwait. Apesar da renúncia, dois deputados querem ouvir Mubarak sobre supostas malversações financeiras no seu ministério, a deterioração dos serviços de saúde e o incêndio de quinta-feira. Em sua carta de demissão ao primeiro-ministro, xeque Nasser Mohammad al-Ahmad al-Sabah, ela diz aceitar a responsabilidade ''política e moral'' do incêndio do hospital, que também deixou 19 feridos e cuja origem ainda está sendo investigada.

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