São Paulo - Cerca de 200 suboficiais da Marinha se juntaram aos protestos de policiais militares argentinos ontem, em Buenos Aires, contra uma medida que reduz seus salários. Concentrados na frente da sede da Marinha, próxima ao bairro de Puerto Madero, os militares exigiam solução imediata para o impasse.
O próprio governo admitiu que a revisão, resultado da aplicação de um decreto de regularização salarial, pode ter sido consequência de um erro administrativo.
Em reação ao imbróglio, os chefes da Polícia e da Guarda Costeira renunciaram. O chefe de Gabinete do governo argentino, Juan Manuel Abal Medina, anunciou à imprensa que suspenderá a medida por um mês.
A maioria dos agentes de ambas as categorias ganham o salário mínimo, de 2.500 pesos (R$ 1.075), mas há oficiais com rendimentos de até 19 mil pesos.

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