Militares não vão governar a Guiné
Bissau Os militares de Guiné Bissau, que no último domingo depuseram o regime do presidente Kumba Yala, ''não têm intenção de permanecer no poder'', declarou na noite passada seu chefe, o general Veríssimo Seabra Correia. ''Garanto-lhes que não temos nenhuma intenção de ficar no poder'', disse aos jornalistas o chefe do Estado Maior das Forças Armadas, que à frente de um ''comitê militar de restauração da ordem constitucional e democrática'' se autoproclamou presidente ''interino'' do país.
''Nossa situação é especial. Éramos um país sem Constituição, sem Parlamento, sem Justiça, um país de loucos'', declarou.





