A recusa dos zapatistas de se reunirem apenas com os 20 membros de uma comissão parlamentar e não com o plenário do Congresso para debater a Lei de Direitos e Cultura Indígena paralisou momentaneamente os debates sobre o tema. E a lei, em defesa da qual o grupo liderado pelo subcomandante Marcos organizou sua marcha desde o estado de Chiapas, no sul do país, até a Cidade do México, corre agora o risco de perder a precedência sobre outros temas da pauta dos congressitas.

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