Menos impostos, mais empregos nos EUA
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domingo, 07 de dezembro de 2003
France Presse 
Washington - O presidente norte-americano George W. Bush disse neste sábado que está satisfeito com a diminuição do desemprego nos Estados Unidos e a melhora da economia, considerando-os como sinais ''positivos'' em sua mensagem radiofônica semanal.
A economia norte-americana está reagindo em todos os níveis, segundo publicações e agências especializadas, que confirmam dados do Governo. A economia reage positivamente - com empregos e manutenção ou redução de preços dos proutos - à política de redução de impostos e outras medidas de desoneração de custos.
''Em novembro, nossa economia acrescentou 57.000 novos empregos e a taxa de desemprego caiu a 5,9%. Nos quatro meses passados, 328.000 americanos começaram a trabalhar em novos empregos'', assinalou Bush em sua mensagem.
''No terceiro trimestre de 2003, a produtividade dos trabalhadores aumentou a uma taxa anual de 9,4%, a mais rápida desde 1983. A produtividade dos trabalhadores mostrou-se em ascensão significativa, em pleno período crítico. Salários em dia e bom desempenho das atividades econômicas. Outros indicadores ajudam as empresas a manter os preços baixos, o que permite às famílias americanas aproveitar melhor seus cheques''.
Bush citou estatísticas favoráveis à economia como o aumento na manufatura e na construção, assim como nas vendas de automóveis. Ele acha que pode adotar medidas de incentivos especificamente neste caso.
Redução de impostos - Afirmou que uma das causas destas melhoras é seu programa de redução de impostos para empresas e indivíduos, destacando que há necessidade de outras reformas, como a possibilidade de que pequenas empresas consigam assistência médica para seus empregados.
Bush prometeu mais incentivos às empresas ''de todas as categorias'' Ele aproveitou a mensagem para pedir mais uma vez ao Congresso que limite a possibilidade de ações judiciais coletivas contra corporações, reduzindo por lei as indenizações por danos, ''para que as ações frívolas não tirem do negócio as boas companhias e as boas pessoas''.
Também pediu que se eliminem mais regulamentações e procedimentos administrativos para que as corporações possam operar melhor. Menos burocracia ajuda as empresas.
As propostas fazem parte de seu programa econômico de seis pontos, que também inclui uma reforma energética, a conclusão de acordos de livre comércio com outros países e a consolidação dos cortes de impostos.


