O ex-presidente argentino Carlos Menem comemorou ontem seus 71 anos em prisão domiciliar, à espera que o juiz federal Jorge Urso defina sua situação processual pela denúncia de venda ilegal de armas à Croácia e ao Equador, entre 1991 e 1995. Fontes judiciais assinalaram ontem que o juiz vai deixar passar a data para confirmar a prisão preventiva do ex-presidente suspeito de uma suposta associação ilícita. O líder do Partido Justicialista negou-se por duas vezes a prestar depoimento ante Urso. O juiz também deve definir a situação processual do ex-ministro da Defesa, Antonio Erman González, e do ex-chefe do Exército, tenente-general reformado Martín Balza, ambos acusados de serem ‘‘organizadores’’ da suposta associação para delinquir.

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