Memória de Diana não desaparecerá
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domingo, 26 de agosto de 2007
France Presse 
Londres - O primeiro-ministro britânico Gordon Brown afirmou ontem domingo, cinco dias antes do décimo aniversário da morte de Diana, que a memória da princesa de Gales ''não desaparecerá''.
Em um artigo publicado no tablóide The Mail on Sunday, Brown recordou o trabalho de Diana em prol das organizações humanitárias, e descreveu Lady Di como uma pessoa ''decidida a ajudar os outros''.
''Nenhum de nós nunca poderá esquecer o choque sentido por toda a nação'' no dia do anúncio de sua morte em um acidente de carro em Paris, afirmou o premier. Dez anos depois, ela ainda é capaz de ser uma fonte de inspiração'', finalizou.
No dia seguinte à morte de Lady Di, em 31 de agosto de 1997, Tony Blair, estão recém-eleito primeiro-ministro, havia prestado na televisão uma vibrante homenagem à ''princesa do povo'', uma fórmula repetida em seguida por jornais de todo o mundo.
Camilla - A esposa do princípe Charles, Camilla, não assistirá sexta-feira, dia 31, à missa em memória de Diana, a única cerimônia organizada por ocasião do décimo aniversário da princesa de Gales, anunciou ontem a assessoria de Clarence House, a residência do príncipe Charles.
Convidada à cerimônia pelos dois filhos de Diana, William e Harry, ela pretendia assistir à missa, mas foi criticada pela imprensa e alguns comentaristas que consideravam sua presença no evento inoportuna.
Camilla Parker-Bowles foi durante muito tempo a amante de Charles quando ele ainda era casado com Lady Di. Ela acabou se casando com o príncipe em 2005, se tornando duquesa de Cornuália.


