Funcionários americanos a bordo do navio de guerra USS Carl Vinson, que sepultaram o corpo de Osama bin Laden no mar, recusaram-se a discutir neste domingo o ataque que matou o líder da Al Qaeda, refletindo a preocupação dos Estados Unidos com uma possível retaliação.

Autoridades da Defesa dos EUA adotaram medidas para garantir a segurança dos envolvidos no ataque em 2 de maio à casa de Bin Laden em Abbottabad, no Paquistão, particularmente da equipe SEAL da Marinha que participou do ataque que matou o terrorista mais procurado do mundo.

Todos os que estão a bordo receberam ordens para não discutir detalhes operacionais ao entrar em contato com o público pela primeira vez desde o ataque, disseram autoridades.

Questionado sobre como se sentia por fazer parte de uma missão histórica no Paquistão, o almirante Samuel Perez recusou-se a comentar. "Você sabe que eu não vou falar disso", disse ele a jornalistas a bordo do porta-aviões, mas acrescentou que "sendo da Marinha norte-americana, você faz parte da história todos os dias."

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