Marinha da Índia em alerta máximo
Marinha da Índia
em alerta máximo
O governo da Índia ordenou que sua Marinha se posicione em alerta máximo no Mar Arábico, na tentativa de impedir que o conflito com o Paquistão pela região da Caxemira se estenda ao mar, segundo informou ontem a imprensa indiana. De acordo com o jornal Times of India, o chefe do Estado Maior da Marinha da Índia, o almirante Sushil Kumar, assinalou que suas tropas se encontram desde o dia 11 de junho em alerta máximo, em condições de iniciar um ataque. Kumar expressou o temor de que o conflito na região montanhosa pudesse adquirir uma dimensão marítima. A Índia acusa o Paquistão de ter enviado soldados regulares e mercenários afegãos a sua parte da Caxemira. O Paquistão nega a acusação e argumenta que somente apóia os combatentes pela liberdade na Caxemira.
Nova Délhi ação
do G-8 na Caxemira
Às vésperas da cúpula do Grupo dos Oito, na Alemanha, o governo indiano exortou os membros desse grupo de países a convencerem o Paquistão a tirar suas tropas da parte indiana da Caxemira. Esperamos que o G-8 compreenda que cabe ao Paquistão assumir a responsabilidade de dar o passo necessário para restabelecer o status anterior na linha de demarcação, declarou em Nova Délhi um porta-voz da chancelaria indiana.
Holbrooke vira réu
por falta de ética
Richard Holbrooke, o artífice da paz na Bósnia, está no banco dos réus do senado americano, encarregado de decidir se as acusações contra ele justificam a rejeição de sua nomeação como embaixador junto à ONU. Holbrooke, 58 anos, ex-secretário de Estado Adjunto, cuja notoriedade foi ligada aos acordos de paz de Dayton, firmados em novembro de 1995, foi nomeado embaixador nas Nações Unidas por Bill Clinton em junho passado. Porém, sua confirmação pelo senado foi adiada por causa do inquérito. Holbrooke é acusado de ter violado dois códigos: o primeiro proíbe qualquer funcionário do governo se beneficiar com seus textos ou discursos, e o segundo proíbe um ex-funcionário de ter contatos de negócios com ex-colegas pelo menos durante um ano. Holbrooke recebeu pelo menos US$ 1.350 mil do Crédit Suisse-First Boston, e cobrou US$ 900 mil por seus discursos e escritos enquanto era conselheiro do governo.





