São Paulo - Os estudantes que pedem democracia plena em Hong Kong pretendem levar seus protestos aos governantes do Partido Comunista em Pequim. Eles devem anunciar detalhes de seu novo plano de batalha nesta quinta-feira.
O plano mostra uma mudança no foco dos protestos na ex-colônia britânica, afastando-o do governo de Hong Kong. Mas é bastante improvável que a China permita qualquer ato pró-democracia em Pequim, especialmente se ele coincidir com o encontro da Apec (Cooperação Econômica Ásia-Pacífico), neste fim de semana.
Nas últimas semanas, manifestantes bloquearam as estradas que levam às três principais regiões econômicas de Hong Kong.
Em razão do encontro da Apec, o governo chinês tomou várias providências para evitar protestos e problemas de trânsito e de poluição em Pequim. Milhares de novas câmeras de reconhecimento facial foram instaladas na cidade para identificar potenciais desordeiros durante a reunião.

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