São Paulo - Forças de segurança do governo sírio mataram ao menos 34 manifestantes ontem, em Hama. A repressão foi considerada uma das mais duras desde o início dos protestos contra o presidente Bashar Assad, em março.
Segundo ativistas, cerca de 50 mil pessoas saíram às ruas em Hama. A oposição dedicou o dia à memória das mais de 30 crianças que teriam sido mortas na revolta. Nesta semana, a Unicef, agência da ONU para a infância, condenou as mortes. Um vídeo divulgado na internet mostrando o corpo mutilado de Hamza al Khatib, 13, também causou comoção internacional. O menino virou símbolo da revolta e seu rosto estampa cartazes em protestos por toda a Síria.
(Folhapress)

mockup