Mais americanos mortos no Iraque
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sábado, 27 de dezembro de 2003
Cecile Feuillatre<br>France Presse 
Bagdá Cinco militares americanos foram mortos no espaço de 24 horas numa região ao norte de Bagdá, dois deles num ataque com morteiros enquanto três foram vítimas da explosão de bombas artesanais, uma das armas preferidas da guerrilha antiamericana.
A operação americana ''Punho de ferro'' contra a guerrilha prosseguiu na noite de ontem na capital iraquiana pela quarta noite consecutiva, informou um porta-voz militar, enquanto que fortes deflagrações foram ouvidas na cidade. Nas últimas três noites, as forças americanas bombardearam as regiões supostas de esconder guerrilheiros.
No total, 210 soldados americanos morreram desde o dia 1º de maio, quando o presidente George W. Bush anunciou o fim das principais operações de combate no Iraque.
''Tivemos um ataque com morteiro na noite passada contra uma base avançada perto de Baaquba. Dois soldados da força 'Ironhorse' perderam a vida nesse ataque, declarou ontem a porta-voz norte-americana Josslyn Aberle. ''Outros quatro soldados ficaram feridos no ataque e seu estado de saúde é estacionário'', explicou.
A força 'Ironhorse', responsável pelas províncias de Salahedin, Diyala e Taamin, é dirigida pela 4 divisão de infantaria norte-americana. Em Baaquba, situada no centro das zonas sunitas em torno de Bagdá, ocorrem constantes ataques contra as forças americanas.
A guerrilha também foi muito ativa em Bagdá e no dia de Natal lançou vários ataques com morteiros e foguetes, sobretudo contra o quartel-general americano na capital. Entretanto, esses disparos não causaram vítimas.
Um atentado contra a agência de assuntos civis do exército norte-americano Cimac em Kirkuk, a 255 km ao norte de Bagdá, foi evitado ontem pela polícia iraquiana.


