Mais 11 corpos foram recuperados ontem das ruínas do World Trade Center, totalizando 252 o total de mortos, oficialmente, informou o prefeito de Nova York, Rudolph Giuliani. O prefeito disse que até hoje 6.333 pessoas haviam sido dadas como desaparecidas por amigos ou parentes - a mesma cifra do dia anterior. Giuliani explicou que na contagem das vítimas estão sendo levadas em conta várias fontes, incluindo os consulados de cerca de 60 países. Foram tratadas nos 170 hospitais da cidade cerca de 6.200 pessoas.
A lista dos suspeitos do FBI foi engrossada com mais 47 nomes, chegando agora a 237 pessoas, de acordo com uma fonte na polícia federal que não quis identificar-se. Estão presas 75 pessoas.
Na quinta-feira, as autoridades informaram que prenderam perto de Chicago Walid Batuni e Nabil Marabah - que poderia ser um dos elos entre os terroristas e o milionário saudita Osama bin Laden, suspeito de ter planejado os ataques.
As autoridades federais também detiveram em San Diego, na Califórnia, nas últimas 48 horas, Omar Bakarbashat, de 26 anos, suspeito de ter entregado dinheiro aos sequestradores. Um médico e um estudante de San Diego também foram detidos logo após os atentados.
Em Boston, o porta-voz do FBI, Gayle Marcinkiewicz, recusou-se a comentar a notícia divulgada ontem pela imprensa de que as autoridades prenderam o motorista de táxi Bassam Kanj, que teria contatos com o jordaniano Raed Hizaji, preso em Amã por ter fomentado atentados em 1999.
SaquesOs saques feitos na galeria comercial dos subsolos do World Trade Center foram obra dos primeiros socorristas, disseram ao jornal New York Times funcionários da Guarda Nacional encarregados de vigiar o local da catástrofe.
Segundo o jornal, que cita o capitão Vincent Heintz, do primeiro batalhão do estado de Nova York, várias lojas de luxo, entre as quais uma de venda de relógios, foram saqueadas no dia do duplo atentado.

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