Mãe de dissidente pede que EUA aumentem pressão
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terça-feira, 12 de julho de 2011
France Presse 
Washington, EUA - Os Estados Unidos devem aumentar a pressão e não relaxar suas sanções contra Cuba até que os irmãos Castro saiam do poder, afirmou ontem no Congresso americano Reina Luisa Tamayo, mãe do preso cubano morto em greve de fome, Orlando Zapata.
''O embargo jamais poderá tirar os Castro, mas ainda é necessário duplicá-lo'', disse Reina, de 62 anos, durante um evento com legisladores americanos. O filho dela era um pedreiro de 42 anos que morreu em 23 de fevereiro de 2010 depois de uma greve de fome com a qual exigia melhores condições carcerárias, enquanto cumpria penas acumuladas de 30 anos.
''Senhoras e senhores, não esqueçam dos lutadores pacíficos cubanos'', disse Reina, na ocasião visivelmente emocionada, como quando mostrou uma camiseta manchada de sangue usada por Zapata em uma das torturas que, segundo ela, sofria frequentemente na prisão.
A morte de Zapata, considerado um criminoso comum por Havana, desatou fortes críticas contra o governo comunista, sobretudo dos Estados Unidos e Europa.


