Os líderes macedônios rejeitaram asperamente um plano de paz apoiado pelos EUA e a União Européia (UE) para acabar com a insurgência dos albaneses étnicos garantindo maiores direitos a essa minoria, e acusaram os mediadores de apoiarem os ‘‘terroristas’’.
Em uma linguagem rude pouco usual, o primeiro-ministro Ljubco Georgievski considerou a proposta apresentada ‘‘uma flagrante violação aos assuntos internos da Macedônia’’.

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