Macchi
Um juiz proibiu o ex-presidente paraguaio, Luis González Macchi (na foto, deixando o tribunal), acusado de abuso de confiança em uma questão que custou ao Estado 500.000 dólares, de sair do Paraguai, informaram fontes judiciais ontem. González Macchi prestou depoimento ontem ao juiz Hugo Sosa, que lhe impôs a proibição ''por graves indícios de responsabilidade''. O ex-presidente (1999/2003) é acusado de ter contratado ilegalmente um escrivão seu amigo pessoal para fazer a transformação em sociedade anônima da companhia telefônica Antelco, estatal. A operação custou aos cofres públicos 500.000 dólares.





