Lula fala com Evo sobre ameaça de expulsão de brasileiros
A ameaça de expulsão de cidadãos brasileiros radicados na Bolívia foi tema da conversa entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seu colega boliviano, Evo Morales. Esse imbróglio supera o atual impasse sobre a indenização à Petrobras pela nacionalização de suas refinarias e a discussão sobre o reajuste do preço do gás exportado ao Brasil. O encontro privado com Morales foi o primeiro compromisso no país vizinho na semana passada onde participou da 2ª Reunião de Cúpula da Comunidade Sul-americana de Nações (Casa). O presidente Lula tratou dos imbróglios bilaterais com Evo Morales. Ao presidente Lula interessava impedir que Evo Morales transforme o tratamento aos brasileiros radicados na Bolívia em mais um instrumento de política interna, assim como foi o anúncio do decreto de nacionalização dos setores de gás e de petróleo, marcado pela ocupação militar das plantas da Petrobras no país. O segundo problema, considerado ainda mais crítico pelo Itamaraty, é a possibilidade de expulsão do território boliviano dos cerca de 2.000 extrativistas, garimpeiros e agricultores brasileiros que cruzaram a fronteira do Acre e se instalaram irregularmente nos Departamentos (Estados) do Pando e do Beni. A Constituição boliviana proíbe a presença de estrangeiros na faixa de 50 quilômetros das fronteiras do país, e o governo Morales já deixou claro que não fará concessões a essa regra.
São profissionais que trabalham com o extrativismo que, por sua vez, significa resumidamente todas as atividades de coleta de produtos naturais, sejam estes produtos de origem animal, vegetal ou mineral. É a mais antiga atividade humana, antecedendo a agricultura, a pecuária e a indústria.
É um país da América do Sul, limitado a norte e a leste pelo Brasil, a sul pelo Paraguai e pela Argentina e a oeste pelo Chile e pelo Peru. Tem como capitais Sucre e La Paz.
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