Líderes internacionais condenaram ontem os atentados que atingiram a cidade de Bombaim, centro financeiro da Índia. O secretário-geral da ONU (Organização das Nações Unidas), Kofi Annan, afirmou ser ''totalmente contra toda forma de terrorismo''. Por meio de um comunicado divulgado por seu porta-voz, Annan apresentou suas condolências ao governo da Índia, assim como aos parentes das vítimas.
O alto representante para a Política Exterior da União Européia, Javier Solana, disse que se sente ''comovido'' pelos ''atos de terror contra civis inocentes''. ''Não pode existir nenhuma justificativa para tais atos. Espero que os responsáveis respondam ante a Justiça'', declarou Solana, por meio de um comunicado.
O secretário de Estado dos EUA, Colin Powell, telefonou para o chanceler indiano, Yaswant Sinha, para expressar a ''indignação'' dos Estados Unidos. Powell expressou suas condolências e sua ''indignação ante esses atentados terroristas insensatos e covardes'', afirmou um alto funcionário do Departamento de Estado.
O ministro das Relações Exteriores do Reino Unido, Jack Straw, condenou os ataques escandalosos e pediu que a comunidade internacional atue firmemente contra ''o veneno do terrorismo internacional''.
''Condeno esses ataques escandalosos que ocorreram em Bombaim. Penso nas famílias e nos amigos dos que morreram ou foram feridos'', declarou Straw.
''Isso sublinha mais uma vez a importância para a comunidade internacional de atuar firmemente contra o veneno do terrorismo internacional'', disse Straw.
O ministro das Relações Exteriores da Alemanha, Joschka Fischer, enviou um telegrama de pêsames ao chanceler indiano, segundo um comunicado divulgado ontem pelo ministério alemão. ''Quero transmitir a você e seu governo minha mais profunda compaixão. Estamos do lado do povo indiano comovido e afligido. Nesses momentos difíceis, nossos pensamentos estão antes de tudo com aqueles que perderam membros de sua família e amigos.''

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