Caracas- A libertação da ex-candidata presidencial colombiana Ingrid Betancourt, refém da guerrilha das Farc e que estaria muito doente, não está decidida ainda, afirmou ontem o ministro do Interior da Venezuela, Ramón Rodríguez Chacín. ''Pela informação que tenho, nada me faz pensar que isso (a libertação de Betancourt) esteja decidida para os próximos dias por nenhuma fronteira'', disse Rodríguez Chacín, que já coordenou outras libertações, em uma coletiva de imprensa. ''Não tenho conhecimento sobre se a guerrilha tem intenção de libertar Ingrid Betancourt. Pelo Equador ou pelo Brasil, seria uma felicidade para nós'', acrescentou. O ministro se referia a uma lista de provas de vida de 10 militares e policiais reféns das Farc apresentada pelo presidente venezuelano, Hugo Chávez, na República Dominicana. Ele apontou que ''aqui não está escrito Ingrid Betancourt'', política franco-colombiana.

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