São Paulo - A França saiu em defesa da intervenção militar na Líbia e afirmou que os ataques aéreos estão sendo atrasados por uma estratégia do ditador Muamar Kadafi de posicionar civis como escudos nos prováveis alvos. Os rebeldes acusam o Ocidente de fazer pouco para deter o cerco de Kadafi a Misrata, cidade sob controle dos oposicionistas. O ministro das Relações Exteriores francês, Alain Juppé, disse que as operações da Organização do Tratado do Atlântico Norte, que comanda a operação, estão se tornando mais complicadas pelo fato de que as forças de Kadafi com frequência se posicionam perto de civis como proteção tática contra os ataques das aeronaves.

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