O ex-presidente argentino Carlos Menem volta a gozar de um regime de prisão domiciliar sem restrições no número de pessoas que vivem com ele ou o visitam na ampla casa de campo onde está alojado, em cumprimento a uma decisão judicial. Um tribunal federal anulou ontem os limites impostos pelo juiz Jorge Urso, que havia rejeitado o pedido de Menem de ter 22 serviçais na residência e havia limitado o número de visitas ao ex-mandatário a duas de cada vez, entre as 9 e 21 horas, embora tivesse deixado os familiares e advogados fora dessas restrições.

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