Juízes negam pressão de Putin
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quinta-feira, 11 de outubro de 2012
Folhapress 
São Paulo - Os juízes do tribunal russo que julgou o recurso contra a condenação da banda Pussy Riot disseram que não sofreram pressão do presidente Vladimir Putin para manter a pena de dois anos para duas das integrantes do grupo.
Os magistrados do Tribunal Municipal de Moscou responsáveis pelo caso, Larisa Polyakova e Yuri Pasuinine, disseram que não foram pressionados para decidir pela manutenção da prisão de Nadejda Tolokonikova e Maria Alekhina. A outra integrante do grupo, Yekaterina Samutsevitch, obteve liberdade condicional.
Em entrevista no domingo, Putin disse que a prisão foi justa. ''Não se pode provocar o abalo das bases da moral, destruir o país. Elas conseguiram o que queriam.''
As três foram condenadas em 17 de agosto a dois anos de prisão por vandalismo motivado por ódio religioso por cantar na catedral de Moscou, em 22 de fevereiro.


