Juiz nega complô para matar Diana
São Paulo- Após ouvir 250 testemunhas durante quase seis meses, o juiz responsável pela investigação da morte da princesa Diana e de seu noivo Dodi al Fayed negou ontem que a morte do casal, em um acidente de carro em 1997, deva-se a um complô dos serviços secretos com a Coroa britânica. ''Não há provas de que o duque Philip de Edimburgo (marido da rainha Elizabeth 2) ordenou a morte de Diana e não há provas de que esta tenha sido planejada pelos serviços secretos'', afirmou o juiz Scott Baker em declaração oficial na Suprema Corte de Londres.
Em conclusões preliminares, antes do júri se retirar para um veredicto, o juiz rejeitou a tese do pai de Dodi, Mohamed al Fayed, que acusava o príncipe Philip de orquestrar a morte do casal, porque Diana estaria grávida.
A investigação no Reino Unido acontece passados mais de dez anos do acidente, após um processo judicial sobre o caso na França e uma investigação da polícia britânica.





