Juiz decide manter chefe do FMI em prisão preventiva
PUBLICAÇÃO
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Agência Estado 
Um juiz de Nova York manteve o diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, sob detenção preventiva nesta segunda-feira, sob acusações de ter assediado sexualmente uma camareira de hotel.
Strauss-Kahn deve voltar ao tribunal no próximo dia 20.
Os promotores do caso pediram que Strauss-Kahn continuasse sob custódia pela preocupação de que ele possa fugir para a França caso seja solto.
Strauss-Kahn foi tirado de um avião que ia a Paris no sábado, por acusações de ato sexual criminoso, tentativa de estupro e cárcere privado no domingo, num escândalo que parece ter minado suas pretenções de concorrer à Presidência da França.
Os advogados de defesa de Strauss-Kahn negaram as acusações contra seu cliente e um deles, Ben Brafman, afirmou ser "bem provável que ele seja inocentado".
As acusações também levantaram dúvidas sobre a capacidade de Strauss-Kahn de se manter no mais alto posto do FMI.
Um dos advogados dele porpôs uma fiança no valor de 1 milhão de dólares, que foi negada.


