México - O jornalista Miguel Ángel López, sua mulher e o filho do casal, de 21 anos, foram assassinados na manhã de ontem por um comando armado que entrou na residência deles, no porto de Veracruz, leste do México. O colunista, de 51 anos, trabalhava para o jornal local Notiver, um dos mais influentes do estado, e era conhecido por suas opiniões políticas, que incluíam, também, frequentes referências à violência e ao narcotráfico. Desde janeiro de 2007, um mês depois da posse do presidente Felipe Calderón, foram assassinados 40 jornalistas, além do registro do desaparecimento de 15 profissionais, desde 2003, segundo a Comissão Nacional de Direitos Humanos.

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