Jornal de Wall Street critica a posição francesa
PUBLICAÇÃO
sábado, 25 de janeiro de 2003
France Presse 
Nova York O The Wall Street Journal lançou ontem, em seu editorial, um violento ataque contra a atitude da França em relação à crise iraquiana. O jornal pergunta se ''os franceses sabem ler'' e sugere que ''talvez devessem ler a resolução (da ONU) escrita por eles mesmos''.
''Talvez o nível educativo esteja em baixa em Paris'', acrescenta o editorial. ''Em todo caso, na questão da lealdade, o nível está baixo (...). De uma vez, o presidente Jacques Chirac e seu ministro dos Assuntos Exteriores, Dominique de Villepin, querem esquecer as palabras que eles mesmos subscreveram'', afirmou o jornal.
Segundo o The Wall Street Journal, que ironiza o ''desprezo gaulês pela 'comunidade internacional''', os franceses não somente ''estimulam Saddam (Hussein) a resistir, mas põem o presidente norte-americano numa posição em que não resta aos EUA outra opção a não ser atuar isoladamente.
O editorial afirma que a ''inclinação'' dos franceses pela ''não violência e pelo 'direito internacional' só se afirma às custas dos Estados Unidos'', e conclui que ''um país que utiliza seu direito de veto para impedir a autodefesa dos Estados Unidos não encontrará muitos americanos dispostos a garantir sua defesa no futuro.


