Amã - A Jordânia enforcou ontem dois jihadistas, incluindo a iraquiana Sajida al-Rishawi, em represália à bárbara execução de um piloto jordaniano, queimado vivo pelo grupo Estado Islâmico (EI), um crime que deixou o mundo horrorizado.

Rishawi, condenada à morte por participação nos atentados de 2005 em Amã, e Ziad Arbuli, dirigente iraquiano da Al-Qaeda, foram enforcados na penitenciária de Swaqa (70 km ao sul de Amã), anunciou o porta-voz do governo, Mohammad Momani.

O EI havia ameaçado matar o piloto jordaniano Maaz al-Kassasbeh, capturado pelos jihadistas em dezembro quando seu avião caiu na Síria, se a Jordânia não libertasse Al-Rishawi.

Amã exigia, antes da libertação da jihadistas, provas de que o piloto, que participava nos bombardeios da coalizão liderada pelos Estados Unidos contra o grupo EI, estava vivo. (F.P.)

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