Católicos, esquerdistas, sindicalistas e ONGs de mais de 100 países, entre eles muitos da América Latina, marcharão domingo, de Peruggia a Asis, centro da Itália, para pedir pela paz no mundo perante a primeira grave crise internacional do século XXI.
Vinte mil pessoas deverão participar da marcha pela paz, a décima quarta de sua história, que este ano adquire um significado particular devido à crise mundial suscitada após os atentados terroristas nos Estados Unidos e a resposta norte-americana contra o Afeganistão.
O cortejo será liderado pelos representantes de países ou povos em guerra, devastados pelos conflitos, entre eles Afeganistão, que será representado entre outros por um membro da comissão Mulheres e Direitos, assim como por representantes do povo palestino.
Entre os países da América Latina, desfilarão na primeira fila ativistas indígenas e dos direitos humanos, entre estes representantes do MST do Brasil.
''Não é uma marcha política. Trata-se de sacudir as consciências, sobretudo a dos políticos'', afirmou Flavio Lotti, coordenador da Mesa da Paz, a organização italiana que coordena a manifestação.

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