Israel nega possibilidade de cessar-fogo
O ministério israelense das Relações Exteriores lamentou a morte dos civis. ''Israel lamenta a morte de inocentes. Não queremos que civis sejam afetados pela guerra entre Israel e o Hizbollah'', declarou o porta-voz do ministério, Mark Reguev. ''Israel faz todo o possível para evitar essa situação e fez muitos pedidos aos civis para que abandonassem a zona de combate.''
O primeiro-ministro de Israel, Ehud Olmert, disse que o vilarejo servia de esconderijo para o grupo terrorista libanês Hizbollah e que era uma base para o lançamento de foguetes contra Israel. ''Todos os habitantes da região foram avisados e convidados a partir'', afirmou.
Ele rejeitou a idéia de uma trégua e declarou não haver prazo para o fim dos confrontos. ''Apesar desse penoso incidente, não pedirei às forças de defesa que cessem o fogo ou que modifiquem suas operações. Continuaremos agindo sem hesitar contra o Hizbollah'', disse.
Ehud Olmert disse à Secretária de Estado Americana, Condoleezza Rice, que esteve em Jerusalém, que precisaria de mais dez dias ou duas semanas para encerrar a ofensiva no Líbano, afirmou um oficial do governo israelense sob anonimato. Após a reunião de ontem, Rice declarou que esperava para quarta-feira o início das conversas efetivas para um cessar-fogo de ambos os lados. (Folhapress)





