Jerusalém - O ministro israelense de Defesa, Benjamin ben-Eliezer, decidiu adiar a retirada militar da cidade autônoma de Hebron, informou ontem a rádio pública de Israel. Aparentemente, a decisão, não confirmada oficialmente, foi adotada depois das recomendações de alguns chefes militares que este fim de semana, alegando razões de segurança, expressaram publicamente sua oposição à retirada.
  O comandante-em-chefe das Forças Armadas, general Moshé Yaalón, deu a conhecer uma carta de admoestação aos chefes militares com esse motivo, e os ameaçou formular suas opiniões profissionais antes que o Poder Executivo adote suas resoluções, e não após sua aprovação.
Prisões - Efetivos do Exército israelense detiveram na madrugada de ontem pelo menos 15 palestinos, alguns procurados pelos organismos de segurança e outros suspeitos de participar da resistência, segundo fontes de ambos os lados.
  Seis dos detidos são residentes do povoado de Salfit, situado ao norte de Ramallah, onde tropas israelenses impuseram o toque de recolher para realizar essa operação e localizar armas e explosivos.

mockup