São Paulo - O atentado contra um judeu de ultradireita e a morte a tiros do palestino suspeito pelo ataque levaram tensão a Jerusalém e acenderam o medo de uma nova onda de violência na cidade. Para tentar inibir protestos, o governo israelense fechou o acesso à Esplanada das Mesquitas, local sagrado para o islã. A atitude gerou reclamação de palestinos.
Houve confrontos entre palestinos e forças de segurança israelenses em diversas partes da cidade, sem feridos graves. Israel promete reabrir a Esplanada nesta sexta, dia em que mesquitas costumam ficar mais cheias.
O estopim para a tensão foi o ataque a tiros contra o extremista judeu Yehuda Glick, que lidera um movimento pela construção de um novo templo judeu na Esplanada. Glick sobreviveu e poucas horas depois, a polícia israelense matou a tiros Moataz Hejazi, de 32 anos, um palestino suspeito pelo atentado.

mockup