JerusalémEfetivos do Exército israelense demoliram na madrugada de ontem outras duas casas de ativistas palestinos da resistência contra a ocupação nas aldeias de Raid e Anabta, ambas na Cisjordânia setentrional.
Uma das casas foi a de Iuas Salaj, ativista da Jihad Islâmica, responsabilizado pelos órgãos de segurança de Israel por um ataque há dois meses com um carro-bomba no cruzamento de Meguido no qual morreram 17 pessoas. A outra pertencia a Murad Mohamed Fatah Abu Asal, que feriu dois policiais no povoado palestino de Taibe, há oito meses.
Com estas chega a 25 o número de casas destruídas em diferentes pontos da Cisjordânia, castigo que o Gabinete de Segurança Nacional de Israel voltou a implantar há mais de duas semanas para ''dissuadir os suicidas e os terroristas'' depois de uma série de sangrentos ataques em cidades deste país.
Durante o primeiro levante popular contra a ocupação israelense, a ''intifada'' que eclodiu em dezembro de 1987, as Forças Armadas derrubaram cerca de 200 casas palestinas com essa mesma finalidade.

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