Israel deu um prazo de 12 horas ao líder palestino, Yasser Arafat, para que detenha mais de 30 integristas que Israel responsabiliza pelo último atentado suicida, ocorrido ontem em Jerusalém. O prazo foi comunicado a Arafat pelo ministro dos Negócios Estrangeiros israelita, Shimon Peres, numa conversa telefônica.
Peres afirmou que Israel atendeu a um pedido do presidente palestino Yasser Arafat, para autorizar a polícia palestina a circular livremente, podendo proceder às detenções de ativistas exigidas por Israel.
As autoridades israelitas deram a Arafat uma lista de 36 pessoas que dizem estar à frente das organizações terroristas e cuja detenção Israel exige. Entretanto, o exército israelita suspendeu por tempo indeterminado as suas operações contra a Autoridade Palestina ''para ver o que faz Arafat'' e pôr fim aos atentados, disse o porta-voz do Ministério da Defesa israelita, Yarden Vatikay.

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