Brasília - O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Ramin Mehmanparast, condenou ontem a interferência da comunidade internacional a favor da viúva iraniana condenada à morte por apedrejamento. Ele disse que o caso de Sakineh Mohammad Ashtiani, 43 anos, não é uma questão de direitos humanos. Segundo ele, as acusações de assassinato e adultério não podem ser incluídas na lista de crimes de violação de direitos humanos. ''A proteção de um indivíduo que é acusado de assassinato -assassinato e adultério são os dois principais crimes cometidos por esta mulher - não deve se tornar uma questão de direitos humanos'', disse.

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