Mina, Arábia Saudita - A Arábia Saudita virou alvo de inúmeras críticas ontem por sua organização da peregrinação a Meca, um dia depois do tumulto que causou a morte de mais de 700 pessoas pisoteadas durante o ritual de apedrejamento de Satã. O Irã exigiu participar na investigação sobre as causas do tumulto que deixou 717 mortos, incluindo 131 iranianos. As autoridades sauditas prometeram uma investigação rápida e transparente e o rei Salman ordenou uma revisão da organização do evento. O responsável pela organização iraniana da peregrinação, Said Ohadi, afirmou que "cerca de 1.500 pessoas morreram na catástrofe". (France Presse)

mockup