Washington Os Estados Unidos e seus aliados entrarão no Iraque em busca de armas de destruição em massa sem se importarem se o líder desse país, Saddam Hussein, vai acatar ou não o ultimato dado por Washington para exilar-se, disse ontem o porta-voz da Casa Branca, Ary Fleischer.
''O presidente disse claramente que Saddam Hussein tem 48 horas para abandonar o Iraque a partir das 20 horas locais (22 horas de segunda-feira). O presidente disse também aos norte-americanos que, se Saddam Hussein partir, as forças da coalizão entrarão de qualquer forma no Iraque de maneira pacífica, já que as tropas iraquianas não obedeceriam às ordens de ataque'', afirmou o porta-voz.
Ele acrescentou que a entrada das tropas da coalizão no território iraquiano permitiria garantir que esse país seja ''despojado de suas armas de destruição em massa''.
Apoios O primeiro-ministro japonês, Junichiro Koizumi, anunciou ontem que apóia a posição dos Estados Unidos em relação ao Iraque, afirmando que o uso da força está justificado. ''Apóio a posição norte-americana'', declarou Koizumi.
O governo liberal-conservador dinamarquês quer participar da guerra liderada pela coalizão anglo-norte-americana contra o Iraque, anunciaram ontem os dirigentes dos partidos Social-democrata e Radical da Oposição, depois de se reunirem com o primeiro-ministro Anders Fogh Rasmussen.

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