O governo interino de Honduras rejeitou a possibilidade das forças de segurança invadirem a Embaixada do Brasil em Tegucigalpa para deter o presidente deposto,
Manuel Zelaya, que se refugia desde a semana passada na sede diplomática para evitar mandado de prisão contra ele. ‘‘Não se pode (invadir), há convênios e nós respeitamos a sede diplomática’’, disse a vice-chanceler hondurenha, Martha Alvarado, em declarações à imprensa local. Alvarado afirmou ainda que uma invasão ao prédio ‘‘traria problemas maiores’’. Por regras de relações internacionais, há uma série de restrições à entrada nas embaixadas. Uma invasão à sede brasileira em Tegucigalpa poderia ser considerada um rompimento às relações com o Brasil. A polícia de Honduras também negou que pretenda entrar na embaixada do Brasil em respeito ‘‘às leis internacionais’’. ‘‘Isso (a invasão da embaixada) não pode ser feito porque estamos falando de convenções internacionais, e é preciso respeitar as leis internacionais’’, disse o porta-voz da polícia, Orlin Cerrato. ‘‘Isso não vai ser feito, não vamos violar o direito internacional, as convenções internacionais’’, garantiu Cerrato.



Eleito presidente da República de Honduras, exerceu o cargo de 27 de janeiro de 2006 a 28 de junho de 2009, quando foi preso em sua residência, por tropas da polícia federal e do exército hondurenho, sob alegação de desobediência constitucional


É a capital e a maior cidade de Honduras. Localiza-se no interior, no sul do país, aos pés da colina El Picacho. Foi fundada em 1578 pelos espanhóis com a designação de San Miguel de Tegucigalpa


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