Uma organização holandesa que luta pelos direitos dos homossexuais entrou ontem com uma queixa na Procuradoria Distrital de Amsterdã que poderia levar a um processo contra o papa João Paulo II por causa de suas afirmações discriminatórias contra os gays. A denúncia é uma resposta ao discurso feito no domingo pelo pontífice na Praça de São Pedro, no qual ele descreveu a homossexualidade como ‘‘contrária às leis naturais’’. ‘‘Os comentários do papa contribuem para o ódio ou a discriminação contra certos grupos de pessoas’’, afirma a queixa feita pelo grupo Gay Krant.

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