Istambul (Turquia) - O ex-militante ultranacionalista turco Mehmet Ali Agca, que tentou assassinar o Papa João Paulo II em 1981, saiu da penitenciária de Istambul ontem, quase 25 anos depois da detenção.
Pouco depois de sua saída da prisão, o ministro da Justiça turco, Cemil Cicek, anunciou que ordenará uma revisão do caso para determinar se a libertação foi legalmente correta. ''Não estou dizendo que a libertação foi equivocada, mas sim que pode ter havido erros'', frisou Cicek.
O ministro acrescentou que havia enviado uma ordem escrita à Corte de Apelações para que o caso Agca fosse revisado. Agca deixou o local em um automóvel, sob escolta policial. Mais de 100 jornalistas estavam diante da prisão, assim como seu advogado, Mustafah Demirbag, e vários familiares.

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