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France PresseHillary e Bill Clinton foram a um culto metodista ontem: reconfortoUm ex-assessor de Bill Clinton advertiu ontem que os defensores do presidente iam desencadear uma ‘‘guerra’’ contra o promotor independente Kenneth Starr, que comanda o processo contra o presidente por assédio sexual, devido à sua forma de manejar a investigação. ‘‘Se há guerra, vamos fazê-la, e o faremos com energia para defender o presidente’’, advertiu James Carville, assegurando que a mulher do presidente, Hillary, se acha em um ‘‘estado de ânimo belicoso’’.
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6 de novembro de 1996A ‘‘CNN’ exibiu sábado à noite um tape das comemorações pela reeleição de Bill Clinton em 96. O presidente aparece abraçando Monica Lewinski entre uma multidão de correligionários

Em declarações à ‘‘NBC’’, o ex-assessor presidencial acusou a equipe do promotor especial de permitir ‘‘filtrações sistemáticas’’ de declarações confidenciais. ‘‘Os inimigos políticos (do presidente) realizam uma vendetta contra Clinton’’, disse. Carville, muito crítico em relação a Starr desde sua designação, questiona os métodos dele, a começar pelas supostas pressões exercidas sobre Monica Lewinsky e sua família para que a jovem admita ter tido uma relação sentimental com Clinton. Segundo Carville, o presidente não tem ‘‘em absoluto’’ intenção de renunciar.
O presidente Bill Clinton apareceu em público ontem, pela primeira vez desde que começou o escândalo sexual. Ao lado da primeira dama dos EUA, Hillary, ele foi a um culto metodista, onde o pastor lhes aconselhou a ler a Bíblia para se reconfortarem.
Os Clinton saíram sorridentes da Igreja que fica perto da Casa Branca. Pararam para conversar com os pastores e retornaram para casa de braços dados mas sem conversar. Quando começou o sermão, o pastor Philip Wogaman disse que o tema era como ‘‘levar a Bíblia a sério’’, com uma alusão ao caso Mônica ele disse: ‘‘Um certo número de coisas aconteceu esta semana e (...) a todos nos concernem’’, disse.
Clinton não saía da Casa Branca desde terça-feira à noite, quinto aniversário de sua chegada ao poder, quando participou de um jantar para arrecadar fundos, organizado pelo Partido Democrata. Com a imprensa ele não falava desde o dia de sua entrevista quinta-feira pela manhã com o presidente palestino, Yasser Arafat.

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