São Paulo - A ex-secretária de Estado Hillary Clinton anunciou ontem que disputará a Presidência dos EUA pela segunda vez, pondo fim a dois anos de especulação e se colocando como a provável vencedora da nomeação do Partido Democrata para a disputa. Em um vídeo, a ex-primeira-dama afirmou que "os americanos comuns precisam de um campeão". "Eu quero ser essa campeã." A decisão efetivamente dá início a uma das disputas menos concorridas entre os democratas na história recente - diferentemente de 2008, quando Hillary perdeu a nomeação para Barack Obama.
Do lado republicano, dois nomes já figuram entre os pré-candidatos: os senadores Ted Cruz, do Texas, ultraconservador, e Rand Paul, de Kentucky, um conservador libertário. Mas muitos outros devem se candidatar à vaga, incluindo o ex-governador texano Jeb Bush --cujo pai e irmão já foram presidentes. Se a eleição voltar a ser uma disputa entre um Clinton e um Bush, reviverá o debate sobre as poderosas dinastias políticas nos EUA.
Entre os democratas, Hillary talvez dispute a nomeação com o ex-governador de Maryland Martin O’Malley e com o vice-presidente Joe Biden.

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